Bispos

A Arquidiocese de Florianópolis ja contou com a regência pastoral de 5 bispos/Arcebispos.

1º Bispo - Dom João Becker (1908-1912)

Filho de Karl e Catarina Becker; aos 8 anos emigrou para o sul do Brasil, vindo de Sankt Wendel na Alemanha, região do bispado de Trier, junto com seus pais, que se estabeleceram em São Vendelino, no Vale do Caí.

Seu pai sempre desempenhou a função de professor primário, desde cedo introduzindo o filho na vida estudantil. Dotado de rara inteligência, ajudava o pai nas tarefas de tomar as lições dos alunos, ele mesmo, às vezes, explicando-as. Tendo estudado em particular com os Jesuítas, matriculou-se depois no tradicional Colégio Nossa Senhora da Conceição, em São Leopoldo. Cursou os preparatórios exigidos para os cursos de Medicina e Direito.

Aos 21 anos, em 1891 matriculou-se na primeira turma do Seminário Diocesano de Porto Alegre (onde hoje se encontra a Cúria Metropolitana de Porto Alegre), naquele ano inaugurado por Dom Cláudio José Ponce de Leão.

Brilhante aluno de Filosofia, onde defendeu teses elogiadas pelo grande jesuíta Pe. Jacob Faeh, em 1893 matriculou-se nos estudos teológicos. Concluída a formação acadêmica, recebeu as ordens do Subdiaconato e Diaconato em 30 de novembro de 1894 e 30 de novembro de 1895, respectivamente.

2º Bispo - Dom Joaquim D. de Oliveira (1914-1967)

Dom Joaquim Domingues de Oliveira (Vila Nova de Gaia, 4 de dezembro de 1878 — Florianópolis, 18 de maio de 1967) foi um bispo católico luso-brasileiro.

Filho do capitão Joaquim Domingues de Oliveira Belleza e de Joaquina da Silva Mota. Seu nome completo deve ter sido igual ao do pai, mas teria suprimido o último sobrenome por achar que "não ficava bem o sobrenome Belleza para um religioso...".

Veio ainda menino com sua família para o Brasil, para a cidade de São Paulo. Completou seus estudos primários em escolas públicas; o secundário fez no Liceu Coração de Jesus, onde teria despertada sua vocação religiosa.

Fez os exames preparatórios na Faculdade de Direito de São Paulo e matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, mais para agradar ao pai. Mas, antes de iniciar o curso, matriculou-se no Seminário Episcopal de São Paulo em 1898.

Em 21 de dezembro de 1901 foi ordenado sacerdote. No dia seguinte celebrou sua primeira missa na Capela da Beneficência Portuguesa.

No ano seguinte à sua ordenação, foi nomeado professor do Seminário Diocesano e capelão da Capela de São João Batista. Em 8 de outubro de 1905, aconselhado pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, foi à Roma para concluir seus estudos de Direito Canônico. Em Roma, o então Pe. Joaquim obteve o título de "Doctor sive Magister utriusque Iure", isso é, Doutor em Direito Canônico e Civil. Volta a São Paulo depois de 1907.

Dom Joaquim Domingues de Oliveira (Vila Nova de Gaia, 4 de dezembro de 1878 — Florianópolis, 18 de maio de 1967) foi um bispo católico luso-brasileiro.

Filho do capitão Joaquim Domingues de Oliveira Belleza e de Joaquina da Silva Mota. Seu nome completo deve ter sido igual ao do pai, mas teria suprimido o último sobrenome por achar que "não ficava bem o sobrenome Belleza para um religioso...".

Veio ainda menino com sua família para o Brasil, para a cidade de São Paulo. Completou seus estudos primários em escolas públicas; o secundário fez no Liceu Coração de Jesus, onde teria despertada sua vocação religiosa.

Fez os exames preparatórios na Faculdade de Direito de São Paulo e matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, mais para agradar ao pai. Mas, antes de iniciar o curso, matriculou-se no Seminário Episcopal de São Paulo em 1898.

Em 21 de dezembro de 1901 foi ordenado sacerdote. No dia seguinte celebrou sua primeira missa na Capela da Beneficência Portuguesa.

No ano seguinte à sua ordenação, foi nomeado professor do Seminário Diocesano e capelão da Capela de São João Batista. Em 8 de outubro de 1905, aconselhado pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, foi à Roma para concluir seus estudos de Direito Canônico. Em Roma, o então Pe. Joaquim obteve o título de "Doctor sive Magister utriusque Iure", isso é, Doutor em Direito Canônico e Civil. Volta a São Paulo depois de 1907.

Bispo de Florianópolis

Dom João Becker foi empossado na Diocese de Florianópolis em 12 de outubro de 1908.

Em janeiro de 1912, Dom João Becker promoveu um Congresso Sacerdotal para tratar de assuntos disciplinares, quando foi organizada uma “Tabela Diocesana” e o “Regimento de Custas da Câmara Eclesiástica”. O tema disciplinar já havia sido tratado no 1º Sínodo Diocesano, realizado de 31 de janeiro a 2 de fevereiro de 1910 em Florianópolis. O 1º Sínodo dividiu o Bispado em 10 Comarcas, substituindo as antigas 4, que não mais atendiam às necessidades pastorais.

Desde o início de seu episcopado incentivou as Escolas Paroquiais. Dom João Becker dedica sua Carta Pastoral de 1910, afirmando que não há uma verdadeira paróquia sem uma Escola Paroquial. A insistência no ensino deve ser creditada em boa parte à inexistência de Instrução religiosa nas Escolas oficiais, face à separação entre Igreja e Estado, operada pela República em 1890.

Outras Cartas Pastorais, que totalizaram cinco: Sobre a dignidade e os deveres do Bispo, saudando os diocesanos (1908), Sobre a Ação Social (1911) e a de Despedida em 1912. Dom João Becker dava extrema importância às Cartas Pastorais, praticamente escrevendo uma a cada grande momento que surgia na vida eclesial ou nacional. As escritas em Porto Alegre são volumosas, vendidas nas Livrarias como livros de leitura e de instrução.

Para melhor conhecer seu rebanho, por 12 vezes saiu em Visita Pastoral, visitando todas as Paróquias uma vez e boa parte pela segunda.

Criou as novas paróquias de Canoinhas, Nova Veneza, Luiz Alves, Botuverá e Jaraguá do Sul, todas em 1912. E os Curatos de Cocal, em 1910; Massaranduba, em 1911, Ascurra, em 1912 e Rio dos Cedros, em 1913. Incentivou as comunidades de imigrantes que estavam crescendo muito naquela região; trouxe muitos religiosos para essas comunidades, inclusive o clero nacional era quase inexistente.

Dom João Becker foi empossado na Diocese de Florianópolis em 12 de outubro de 1908.

Em janeiro de 1912, Dom João Becker promoveu um Congresso Sacerdotal para tratar de assuntos disciplinares, quando foi organizada uma “Tabela Diocesana” e o “Regimento de Custas da Câmara Eclesiástica”. O tema disciplinar já havia sido tratado no 1º Sínodo Diocesano, realizado de 31 de janeiro a 2 de fevereiro de 1910 em Florianópolis. O 1º Sínodo dividiu o Bispado em 10 Comarcas, substituindo as antigas 4, que não mais atendiam às necessidades pastorais.

Desde o início de seu episcopado incentivou as Escolas Paroquiais. Dom João Becker dedica sua Carta Pastoral de 1910, afirmando que não há uma verdadeira paróquia sem uma Escola Paroquial. A insistência no ensino deve ser creditada em boa parte à inexistência de Instrução religiosa nas Escolas oficiais, face à separação entre Igreja e Estado, operada pela República em 1890.

Outras Cartas Pastorais, que totalizaram cinco: Sobre a dignidade e os deveres do Bispo, saudando os diocesanos (1908), Sobre a Ação Social (1911) e a de Despedida em 1912. Dom João Becker dava extrema importância às Cartas Pastorais, praticamente escrevendo uma a cada grande momento que surgia na vida eclesial ou nacional. As escritas em Porto Alegre são volumosas, vendidas nas Livrarias como livros de leitura e de instrução.

Para melhor conhecer seu rebanho, por 12 vezes saiu em Visita Pastoral, visitando todas as Paróquias uma vez e boa parte pela segunda.

Criou as novas paróquias de Canoinhas, Nova Veneza, Luiz Alves, Botuverá e Jaraguá do Sul, todas em 1912. E os Curatos de Cocal, em 1910; Massaranduba, em 1911, Ascurra, em 1912 e Rio dos Cedros, em 1913. Incentivou as comunidades de imigrantes que estavam crescendo muito naquela região; trouxe muitos religiosos para essas comunidades, inclusive o clero nacional era quase inexistente.

1º Arcebispo

Foi nomeado bispo em 2 de abril de 1914 e empossado em 7 de setembro do mesmo ano, para a então diocese de Florianópolis, elevada a Arquidiocese de Florianópolis em 17 de janeiro de 1927, tendo sido seu primeiro arcebispo.

Presidiu a criação da Província Eclesiástica de SC, em 1927, com a criação das dioceses de Lages e Joinville, sendo Florianópolis elevada a Arquidiocese.

Presidiu a criação das dioceses de Chapecó e Tubarão.

Dom Joaquim criou o Seminário Menor Nossa Senhora de Lourdes, primeiro em Florianópolis e depois em Azambuja, em 1927.

Criou também o Arquivo Histórico de Santa Catarina em 1949, a ASA - Ação Social Arquidiocesana em 1960 e a Biblioteca do Arcebispado.

Foi pastor do rebanho 1914 a 1967. Encontrou um Estado catarinense rural e viu-o paulatinamente se industrializar. Entravam e saíam governantes, entravam e saíam Vigários, o povo crescia e mor­ria, e Dom Joaquim continuava. Acolheu seminaristas que depois ordenou sacerdotes, bispos, viu-os envelhecendo, morrendo, e o Pastor continuava a “presidir com solicitude”, seu lema Episcopal.

Foram 53 anos de ininterrupto pastoreio à frente da grei que conhecia como a mãe conhece os filhos. Deu-lhe o ensinamento, o caminho a seguir e, para sua surpresa, viu que caminhava adiante, fugindo das lições aprendidas. É que os tempos avançavam, a História não parava e, quem sabe, o Pastor não conseguira acompanhar as ovelhas nas novas estradas.

Clique aqui para saber mais (Blog do Pe. José Artulino Besen)

2º Arcebispo - Dom Afonso Niehues (1967-1991)

Afonso Niehues (São Ludgero, 23 de agosto de 1914 - Brusque, 30 de setembro de 1993) foi Arcebispo católico da arquidiocese de Florianópolis de 14 de agosto de 1965 até 23 de janeiro de 1991.

Filho de Germano Niehues e Teresa Rohden Niehues, foi colega, no seminário de Azambuja, em Brusque, de Wilson Laus Schmidt, mais tarde bispo, e de Frederico Hobold, posteriormente monsenhor.

Estudou filosofia em Azambuja e teologia em Roma, onde é ordenado presbítero em 16 de abril de 1938.

Em 1940 foi nomeado professor e prefeito de disciplina em Azambuja. No ano seguinte ocupa o cargo de vice-reitor.

Em 1943 é escolhido como primeiro reitor do pré-seminário de São Ludgero.

Em 1947 é convidado para reitor do seminário de Azambuja.

Foi eleito, em 10 de janeiro de 1959, bispo coadjutor com direito à sucessão do bispo de Lages, Dom Daniel Hostin, ocorrendo a sagração episcopal em 5 de abril de 1959 e empossado em 7 de maio do mesmo ano.

Convidado a participar do Concílio Vaticano II, onde consegue, junto a bispos alemães, recursos para a construção do Centro de Formação Diocesano.

Em 14 de agosto de 1965 é nomeado Arcebispo coadjutor com direito à sucessão do Arcebispo de Florianópolis e empossado em 30 de dezembro do mesmo ano.

Foi o primeiro bispo brasileiro a aprovar o diaconato permanente, com a ordenação do diácono Eduardo Mário Tavares.

Faleceu em 30 de setembro de 1993, em Azambuja, sendo sepultado na Catedral Metropolitana de Florianópolis.

Alguma obras de Dom Afonso

• Estruturou a pastoral para a aplicação da diretrizes do Concílio Vaticano II, criando o Secretariado Arquidiocesano de Pastoral para o planejamento pastoral.
• A criação do Regional Sul-IV da CNBB.
• Estimulou e liderou a criação do Instituto Teológico de Santa Catarina-ITESC, em Florianópolis.
• Abrigou o Seminário Filosófico Catarinense-SEFISC, no Seminário de Azambuja, para que fosse logo criado em âmbito catarinense;
• Presidiu a criação das dioceses de Rio do Sul, Caçador e Joaçaba;
• Multiplicou as paróquias antecipando-se ao crescimento populacional, especialmente na região do Itajaí;
• Modernizou as estruturas da Ação Social Arquidiocesana-ASA, com filiais nas paróquias;
• Restaurou e catalogou toda a documentação histórica (livros e documentos) da Igreja catarinense.

Clique aqui para saber mais (Blog do Pe. José Artulino Besen)

3º Arcebispo - Dom Eusébio O. Scheid, scj (1991-2001)

Dom Eusébio Oscar Cardeal Scheid SCJ Catarinense de Lucerna, onde nasceu em 8 de dezembro de 1932, criado e educado no Rio Grande do Sul, Dom Eusébio Oscar Scheid, SCJ realizou seus estudos primários e secundários no Seminário dos Padres do Coração de Jesus em Corupá, Santa Catarina. Em 1954 iniciou os estudos de Filosofia em Brusque, Santa Catarina; continuou os estudos filosóficos na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, no período de 1955 a 1957. Estudou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana e na Propaganda Fide, no período de 1957 a 1964. Especializou-se em Cristologia e seu doutorado em Cristologia versou sobre a interioridade de Cristo. Sua ordenação presbiteral foi em Roma, no dia 3 de julho de 1960.

Dom Eusébio realizou seus estudos primários e secundários no Seminário dos Padres do Coração de Jesus em Corupá, Santa Catarina. Em 1954 iniciou os estudos de Filosofia em Brusque, Santa Catarina; continuou os estudos filosóficos na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, no período de 1955 a 1957.

Estudou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana e na Propaganda Fide, em Roma, no período de 1957 a 1964. Especializou-se em Cristologia e seu doutorado em Cristologia versou sobre a interioridade de Cristo.

Sua ordenação presbiteral foi em Roma, no dia 3 de julho de 1960, pelas mãos de Dom Inácio João Dal Monte, OFM, bispo de Guaxupé.

Dom Eusébio Arcebispo de Florianópolis

No dia 23 de janeiro de 1991 foi nomeado Arcebispo de Florianópolis. Tomou posse da Arquidiocese no dia 16 de março do mesmo ano. Nesta arquidiocese criou o Seminário de Teologia « Convívio de Emaús» e o Seminário de Filosofia «Edith Stein»; inaugurou o Instituto Social João Paulo II; instituiu a Escola de Ministérios.

Permaneceu na Arquidiocese de Florianópolis por dez anos, até sua nomeação como arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro dia 25 de julho de 2001. Tomou posse em 22 de setembro do mesmo ano.

Presidiu a criação das dioceses de Criciúma e Blumenau.

Recebeu o encargo de Ordinário dos fiéis de rito oriental sem ordinário próprio no Brasil no dia 3 de outubro de 2001.

No consistório de 21 de outubro de 2003, presidido pelo papa João Paulo II, foi criado cardeal presbítero, com o título da Basílica dos santos Bonifácio e Aleixo. Participou do conclave que elegeu o papa Bento XVI.

É atualmente Arcebispo Emérito da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.

No dia 23 de janeiro de 1991 foi nomeado Arcebispo de Florianópolis. Tomou posse da Arquidiocese no dia 16 de março do mesmo ano. Nesta arquidiocese criou o Seminário de Teologia « Convívio de Emaús» e o Seminário de Filosofia «Edith Stein»; inaugurou o Instituto Social João Paulo II; instituiu a Escola de Ministérios.

Permaneceu na Arquidiocese de Florianópolis por dez anos, até sua nomeação como arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro dia 25 de julho de 2001. Tomou posse em 22 de setembro do mesmo ano.

Presidiu a criação das dioceses de Criciúma e Blumenau.

Recebeu o encargo de Ordinário dos fiéis de rito oriental sem ordinário próprio no Brasil no dia 3 de outubro de 2001.

No consistório de 21 de outubro de 2003, presidido pelo papa João Paulo II, foi criado cardeal presbítero, com o título da Basílica dos santos Bonifácio e Aleixo. Participou do conclave que elegeu o papa Bento XVI.

É atualmente Arcebispo Emérito da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.

4º Arcebispo - Dom Murilo S. R. Krieger, scj (2002-2011)

Catarinense de Brusque, onde nasceu a 19 de setembro de 1943, Dom Murilo teve a vocação sacerdotal despertada ainda quando criança. Sexto filho de nove irmãos, de tradicional família brusquense (seus pais: Oscar e Olga), realizou os estudos de primeiro e segundo graus no Seminário de Corupá, SC, na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Em 1964 ingressou nessa Congregação e iniciou o curso de filosofia em sua cidade natal. Os estudos de teologia foram na cidade de Taubaté, SP (1966-1969). Dom Afonso Niehues foi quem presidiu sua ordenação presbiteral em sete de dezembro de 1969, em Brusque.

O início de seu ministério pastoral foi em Taubaté, onde trabalhou na Paróquia Sagrado Coração de Jesus (1970) e fundou o Movimento Shalom, para jovens. De 1974 a 1979 foi Reitor do Instituto Teológico S.C.J., de Taubaté. Nomeado Superior Provincial de sua Congregação, exerceu essa função de 1981 até 1985, quando foi nomeado Bispo Auxiliar de Florianópolis, pelo Papa João Paulo II, no dia 16 de fevereiro.

Sua ordenação episcopal aconteceu em Brusque, no dia 28 de abril de 1985, presidida por Dom Afonso Niehues, o mesmo que o ordenara padre 15 anos antes. Escolheu como lema episcopal: “Deus caritas est” (1Jo 4,16). Trabalhou com Dom Afonso até março de 1991 e com Dom Eusébio Oscar Scheid de março a junho de 1991. Nesse ano, no dia 22 de julho, assumiu a Diocese de Ponta Grossa, PR .

Seis anos depois, no dia 11 de julho de 1997, assumiu a Arquidiocese de Maringá, PR.

Dia 20 de fevereiro de 2002 foi nomeado Arcebispo de Florianópolis, assumindo essa Arquidiocese dia 27 de abril de 2002.

Em 2006, organizou o 15º Congresso Eucarístico Nacional.

Dia 12 de janeiro de 2011, o Papa Bento XVI o nomeou Arcebispo de São Salvador da Bahia, Arquidiocese Primaz do Brasil.

Sua posse naquela Arquidiocese aconteceu no dia 25 de março de 2011.

É autor de vários livros, escreve em revistas e jornais e tem programas na televisão, sempre com o intuito de evangelizar.


Obras publicadas

Dentre as obras publicadas, destacam-se: Shalom: A Paz ao Alcance da Juventude (Loyola); O Primeiro, o Último, o Único Natal (Loyola); Com Maria, a Mãe de Jesus (Paulinas); Um mês com Maria(Paulinas); Anunciai a Boa Nova (Canção Nova).

5º Arcebispo - Dom Wilson Tadeu Jönck, SCJ (2011)

Nascido em Vidal Ramos, SC, no dia 10 de julho de 1951, fez sua Profissão Religiosa na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos) em 02 de fevereiro de 1972. Em 17 de dezembro de 1977 foi ordenado Presbítero.

Fez seus estudos secundários no Seminário Menor São José, em Rio Negrinho, SC, nos anos de 1963 e 1964 e depois na cidade de Corupá, SC. Cursou Filosofia no Convento "Sagrado Coração de Jesus" na cidade de Brusque, SC, nos anos de 1972 e 1973; e Teologia no Instituto Teológico "Sagrado Coração de Jesus" na cidade de Taubaté, SP, de 1974 a 1977. Formou-se em Educação na Faculdade de Filosofia, em Varginha, MG, nos anos de 1979 a 1981. Obteve licenciatura em Psicologia mediante estudos na Universidade Gregoriana em Roma,de 1986 a 1990.

Exerceu, entre outros, os seguintes cargos: Diretor do Seminário “São José”, em Rio Negrinho; formador no Convento “Sagrado Coração de Jesus” de Brusque (1990-2000); vigário paroquial e pároco na cidade de Varginha, diocese da Campanha (1978-1981) e pároco do Santuário “Sagrado Coração de Jesus” de Joinville (2000-2001). Foi membro do Conselho Regional de Dehonianos para a “Região Brasileira Meridional”, Professor de Filosofia no Seminário de Brusque e Assistente do mestre de noviços no noviciado Dehoniano “Nossa Senhora de Fátima”, em Jaraguá do Sul.

Em 11 de junho de 2003 foi nomeado Bispo Titular de Gemellae in Byzacena e Auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Recebeu a Sagração Episcopal no dia 16 de agosto do mesmo ano.

No dia 26 de maio de 2010 foi nomeado quinto Bispo da diocese de Tubarão, SC, recebendo, em 18 de julho, das mãos do então Arcebispo de Florianópolis, Dom Murilo Krieger, o báculo como símbolo do serviço confiado ao pastor segundo o modelo de Jesus Cristo que conhece e guia seu povo. Em maio deste ano foi eleito presidente da CNBB-Regional Sul IV (SC). Seu lema episcopal é: “Maximus amor pro amicismori” (Amar é dar a vida).

Nomeado Arcebispo Metropolitano de Florianópolis em 28 de setembro de 2011, recebendo o báculo no dia 15 de novembro de 2011.

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